quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Solidariedade de almanaque 2011

Essa comoção é um absurdo, essas doações uma fachada cômoda para extrair amor dos semelhantes... eu SINCERAMENTE PREFIRO que no dia mundial sem carro você que comprou feijão e arroz para as vítimas das enchentes fique realmente sem usar o carro. A solidariedade que o País precisa vai um pouco mais além de colocar a mão no bolso e fazer doações, é preciso algum sacrifício beneficente, algo que não lhe arranque o dinheiro e permaneça com o mesmo hábito cotidiano ( real provocador das catástrofes) quero ver se acontecer catástrofes no País inteiro quem irá sobrar para fazer doações... Acorda cidadão e vê se compreende que viver em harmonia com a natureza não é sair consertando o que estragou, e sim observando com mais tempo o que vale ser consertado e o que deve ser mudado. Alguns hábitos humanos são tão mesquinhos pela falta de sensibilidade, e a força que um hábito genérico possui é muito grande, todos os usuários de cidades, que também são usuários de carros acham que as ruas e o fluxo das pessoas deve algum respeito à eles , que tanto buzinam para imprimir a posse na preferência. Eu prefiro que não tenha preferência da parte de ninguém.

domingo, 16 de janeiro de 2011

A defesa civil precisa urgentemente de uma renovação. Uma mudança que envolva o cerne do objetivo no seu trabalho. No mundo atual temos faculdade para exploração de petróleo, onde se utiliza tecnologia para auscultar o interior da Terra, acredito que a defesa civil tem obrigações que estão sendo ignoradas pela forma de pensar a vida.

Viajei com o meu pai para uma cidade no interior e fui observando as condições de risco que tinham postes elétricos velhos com a madeira podre, a defesa civil precisa ter uma atenção constante com a civilidade da comunidade. Até mesmo o grande tumulto no trânsito das cidades é matéria de trabalho para a defesa civil. Hoje temos essa cômoda forma de viver as coisas sem nos sentirmos na obrigação de ir além dos limites cotidianos de nossa atuação. Gostaria muito de falar sobre o deficiente uso da tecnologia pela humanidade. Precisamos entender que tudo que se torna hábito fica difícil de ser reconhecido em si próprio como um costume errado para se cultivar.

Sempre preocupados com uma hierarquia cega de liberar as ruas e manter o fluxo na cidade que vimos como natural e acontecendo todos os dias.... Precisa chegar nos deslizamentos com os mesmos recursos que se explora petróleo, tem que haver ressonância magnética para se antecipar a morte de quem está vivo e não será encontrado. Tem que haver uma direção no trabalho em múltiplas direções, inclusive usar toda a tecnologia disponível, se há respeito à vida e se os planos da humanidade é queimar as últimas reservas de petróleo buzinando sua pressa nos ouvidos do pobre pedestre e escravo que morre em catástrofes. Porque não uma equipe de contenção eficaz, que chega abrindo frestas e passa placas de neoprene seguras com cabos de aço

( é muito caro gastar estas coisas para salvar um favelado?) Assim antecipando o trabalho e até provendo mais amplitude no tempo de busca

O mais interessante do homem humano, e não ache estranho eu falar assim, é que ele prefere não se dar ao trabalho de conceituar as coisas diferentemente, tem o conforto de juntarem-se na mesma opção mesquinha seja qual for a opção, e manter seus hábitos como se não influenciasse na civilidade da comunidade.

Todos parecem felizes até fazerem um contato nervoso no trânsito, explode-se e se encontra tempo dentro da pressa para discussões infrutíferas.