quarta-feira, 1 de junho de 2011

fale com a presidenta

Boa tarde Senhora Presidenta,

código civil art. 159 " atos ilícitos"
aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência, ou imprudência, violar direito, ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano.

não constituem atos ilícitos;
os praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito reconhecido.

eu pergunto, é um direito reconhecido os motoristas e ou, todos usuários de veículos motorizados desobedecerem o código de trânsito e passarem a menos de um metro e meio do ciclista, ou do pedestre, e até do motociclista ?

Na constituição federal art. 196 diz; a saúde é direito de todos e dever do estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

na constituição federal art.225 diz; todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

Sofremos "bulling" constante com este "direito reconhecido" na falsa hierarquia do trânsito, a escala contrária invertida do respeito a força, e não a vida.
É minha obrigação como ente da coletividade falar sobre este assunto. A pressa, ou a necessidade cotidiana de trabalhar não pode servir de desculpa para esta monópode modo de conduzir o socialmente comum.
Este comum só comunica nas entrelinhas a condição humana atual, nenhum amor, nenhum sentimento ou pensamento coletivo.

Agora, para que haver as leis e os belos discursos se aqui é um lugar para se viver como estelionatários? Porque é isso que fazem todos os usuários de veículos, estão me roubando um bem público, A RUA. Como posso pedalar com saúde mental e disposição tranquila, se sou um ser que está ali atrapalhando o monópode curso dos lícitos usuários ?
Isso é uma questão de defesa civil, isso só aumentará, sem que ninguém argumente. Esse ser humano não espera mais nada além da satisfação de seus desejos e prazeres.
Estou cansado de me sentir subtraído, quero ser bom, continuar tentando ser amável e companheiro, mas é muito desanimador o fruir do homem atual.

Por favor Senhora Presidenta, é preciso divulgar na TV certos itens jurídicos dos códigos todos, inclusive o de trânsito, Estes homens modernos precisam saber que seus mamutes que queimam gasolina devem ao menos passar a um metro e meio das pessoas e bicicletas. Um buraco que o ciclista precisa desviar e seu cotovelo está exposto a essa telemetria egoísta e ditatorial. Hoje eu jogueo minha bicicleta num carro que buzinou para mim, mas se eu ganhar na mega-sena vou educar estas pessoas com o meu dinheiro, porque não teria outro prazer em vista que o de sorrir vendo a beleza do fluir fruindo com elegância e amor. A história da minha vida acontece enquanto acontece a história de tudo, Não quero ser terrorista, aliás sou um terrorista filosófico. Isso serei sempre. Um abraço.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Acordando a mente

Realmente cruel se dar conta de que se é um idiota,
agora preciso aprender a não estar idiota, porque sei que o meu verdadeiro ser é perfeito.
A indignação que eu sinto, ou estava sentindo tão latente, é, ou estava sendo, fruto de um ego doente, cheio de si e completamente perdido dentro de sua filosofia mesquinha de inteligência desalmada. O que há é ignorância generalizada. Não existem ofensores, somente existem os ofendidos. Eu André Ghize Rasslan estou trilhando um novo caminho, aprender a não sofrer por nada, acalmar e amar a vida sem vaidades, sem indignações. As pessoas estarão sempre livres para justificar suas medidas, bôbo fui eu, que achei que viver justificando meu "eu" poderia alcançar alegria...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Solidariedade de almanaque 2011

Essa comoção é um absurdo, essas doações uma fachada cômoda para extrair amor dos semelhantes... eu SINCERAMENTE PREFIRO que no dia mundial sem carro você que comprou feijão e arroz para as vítimas das enchentes fique realmente sem usar o carro. A solidariedade que o País precisa vai um pouco mais além de colocar a mão no bolso e fazer doações, é preciso algum sacrifício beneficente, algo que não lhe arranque o dinheiro e permaneça com o mesmo hábito cotidiano ( real provocador das catástrofes) quero ver se acontecer catástrofes no País inteiro quem irá sobrar para fazer doações... Acorda cidadão e vê se compreende que viver em harmonia com a natureza não é sair consertando o que estragou, e sim observando com mais tempo o que vale ser consertado e o que deve ser mudado. Alguns hábitos humanos são tão mesquinhos pela falta de sensibilidade, e a força que um hábito genérico possui é muito grande, todos os usuários de cidades, que também são usuários de carros acham que as ruas e o fluxo das pessoas deve algum respeito à eles , que tanto buzinam para imprimir a posse na preferência. Eu prefiro que não tenha preferência da parte de ninguém.

domingo, 16 de janeiro de 2011

A defesa civil precisa urgentemente de uma renovação. Uma mudança que envolva o cerne do objetivo no seu trabalho. No mundo atual temos faculdade para exploração de petróleo, onde se utiliza tecnologia para auscultar o interior da Terra, acredito que a defesa civil tem obrigações que estão sendo ignoradas pela forma de pensar a vida.

Viajei com o meu pai para uma cidade no interior e fui observando as condições de risco que tinham postes elétricos velhos com a madeira podre, a defesa civil precisa ter uma atenção constante com a civilidade da comunidade. Até mesmo o grande tumulto no trânsito das cidades é matéria de trabalho para a defesa civil. Hoje temos essa cômoda forma de viver as coisas sem nos sentirmos na obrigação de ir além dos limites cotidianos de nossa atuação. Gostaria muito de falar sobre o deficiente uso da tecnologia pela humanidade. Precisamos entender que tudo que se torna hábito fica difícil de ser reconhecido em si próprio como um costume errado para se cultivar.

Sempre preocupados com uma hierarquia cega de liberar as ruas e manter o fluxo na cidade que vimos como natural e acontecendo todos os dias.... Precisa chegar nos deslizamentos com os mesmos recursos que se explora petróleo, tem que haver ressonância magnética para se antecipar a morte de quem está vivo e não será encontrado. Tem que haver uma direção no trabalho em múltiplas direções, inclusive usar toda a tecnologia disponível, se há respeito à vida e se os planos da humanidade é queimar as últimas reservas de petróleo buzinando sua pressa nos ouvidos do pobre pedestre e escravo que morre em catástrofes. Porque não uma equipe de contenção eficaz, que chega abrindo frestas e passa placas de neoprene seguras com cabos de aço

( é muito caro gastar estas coisas para salvar um favelado?) Assim antecipando o trabalho e até provendo mais amplitude no tempo de busca

O mais interessante do homem humano, e não ache estranho eu falar assim, é que ele prefere não se dar ao trabalho de conceituar as coisas diferentemente, tem o conforto de juntarem-se na mesma opção mesquinha seja qual for a opção, e manter seus hábitos como se não influenciasse na civilidade da comunidade.

Todos parecem felizes até fazerem um contato nervoso no trânsito, explode-se e se encontra tempo dentro da pressa para discussões infrutíferas.